AS CRIANÇAS APRENDEM O QUE VIVENCIAM

AS CRIANÇAS APRENDEM O QUE VIVENCIAM

Se elas vivem ouvindo críticas, aprendem a condenar.

Se convivem com a hostilidade, aprendem a brigar.

Se as crianças vivem com medo, aprendem a ser medrosas.

Se as crianças convivem com a pena, aprendem a ter pena de si mesmas.

Se vivem sendo ridicularizadas, aprendem a ser tímidas.

Se convivem com a inveja, aprendem a invejar.

Se vivem com vergonha, aprendem a sentir culpa.

Se vivem sendo incentivadas, aprendem a ter confiança em si mesmas.

Se as crianças vivenciam a tolerância, aprendem a ser pacientes.

Se vivenciam os elogios, aprendem a apreciar.

Se vivenciam a aceitação, aprendem a amar.

Se vivenciam a aprovação, aprendem a gostar de si mesmas.

Se vivenciam o reconhecimento, aprendem que é bom ter um objetivo.

Se as crianças vivem partilhando, aprendem o que é generosidade.

Se convivem com a sinceridade, aprendem a veracidade.

Se convivem com a equidade, aprendem o que é justiça.

Se convivem com a bondade e a consideração, aprendem o que é respeito.

Se as crianças vivem com segurança, aprendem a ter confiança em si mesmas e naquelas que a cercam.

Se as crianças convivem com a afabilidade e a amizade, aprendem que o mundo é um bom lugar para se viver.

Dorothy Law Nolte

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

BONDADE






BONDADE. Ser bom é fazer o que é certo. É mostrar pelas nossas obras um caráter digno de louvor e excelência moral. Só Deus é perfeitamente bom (Marcos 10:18), mas os salvos que vivem sob o controle do Espírito Santo manifestarão esse atributo divino em seus pensamentos, palavras e atos. Lídia refletiu a bondade de Deus ao abrir sua casa a outros (Atos 16:14,15,40). 

FIDELIDADE






FIDELIDADE. A pessoa fiel é estável, confiável e leal. Só Deus é completamente fiel. Ele irá satisfazer nossas necessidades diárias (Salmo 23: 1; 34;9;10;37;25) e prover para nós, não importa qual seja a nossa dificuldade (Salmo 34:7;8; Hebreus 13:5,6). Temos o Espírito de Deus habitando em nós, portanto, podemos ser também fiéis (1Tessalonicenses 5:24).
Primeiro, Deus nos ajudará a sermos sinceros com Ele em nossos pensamentos, palavras e atos. Ele fará de nós o tipo de pessoa em quem outros podem confiar.Deus nos dará igualmente forças para Lhe servir e ficarmos firmes nas provações. O apóstolo Paulo foi fiel durante os  muitos anos do seu ministério (2 Coríntios 11:23-29 com 12:9,10). Estêvão permaneceu fiel até a morte(Atos 7).

MANSIDÃO






MANSIDÃO. A mansidão começa com a verdadeira humildade. Devemos compreender e aceitar a nós mesmos e as outras pessoas como sendo valiosas aos olhos de Deus. Quando apreciamos o valor de cada indivíduo e compreendemos as suas necessidades, vamos tratar a todos com mansidão-consideração, respeito e compaixão. Ser manso demonstra grande força de caráter. O Senhor corajosamente pôs de lado práticas sociais há muito utilizadas, recusando- Se a ignorar as criancinhas ou a rejeitar os publicanos e prostitutas. Ele tratava as pessoas com dignidade e quer que façamos o mesmo (Efésios 4:1,2: Filipenses 4.5). 
Quando permitimos que o Espírito Santo trabalhe em nós, Ele vai ajudar-nos a apreciar os outros e tratá-los como Jesus faria. Barnabé, o" Encorajador", mostrou esse  espírito de mansidão ( Atos 9:26, 27: 15:12,36-39).

DOMÍNIO PRÓPRIO






DOMÍNIO PRÓPRIO. Quando o crente está sob o poder do Espírito Santo para controlar seus pensamentos, sentimentos e atos, ao invés de permitir que eles o dominem, está exercendo domínio próprio sob a direção  do Espírito  Santo. O domínio próprio é uma disciplina pessoal , que nos capacita a viver com equilíbrio em vez de sermos governados por apetites pessoais, disposição, ou emoções, como a  ira. Paulo compreendeu que era essencial que ele exercesse domínio próprio, caso desejasse servir bem a Deus ( 1 coríntios 9;24-27).

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

UMA JOANINHA DIFERENTE



 Objetivo:
- Sanar possíveis dificuldades de convivência, através de estória moral, fazendo aplicação de versículo Bíblico visando o bom convívio e o estreitamento de relacionamentos;

-Conviver respeitando as diferenças e limitações, vendo cada coleguinha como sendo criado, amado e de suma importância no Reino de Deus.

-Orientar,  à partir da socialização  visando  o  crescimento mútuo.

Músicas: Você é especial
                Aos olhos do Pai

Estória: A Joaninha que não tinha bolinhas

Versículo “O meu mandamento é este: que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei.”                                                                                                                              
                                                                                                                                                      João 15.12
Dinâmica: Entregar um número diferente para cada criança estipulando tempo para que cada uma encontre o número idêntico ao seu. O que não acontecerá, uma vez, que os números são diferentes.
Aplicação: Somos  diferentes uns dos outros. Podemos até encontrar alguém parecido fisicamente conosco, apenas isso, pois Deus nos fez com personalidade, pensamento, gosto e vontade própria,  e, isso nos torna único, além de sermos todos,  especiais aos  olhos do Pai
E através desse convívio crescemos, respeitando e aprendendo  com as diferenças.
Era uma vez uma joaninha diferente...

Uma joaninha que nasceu sem bolinhas...

Por isso ela era diferente.

As outras joaninhas não davam "bola" pra ela. Cada qual com suas bolinhas, viviam dizendo que ela não era uma joaninha.  Ela ficava muito triste pensando nas bolinhas e no que poderia fazer...
Comprar uma capa de bolinhas?
Ou quem sabe, ir embora para muito longe dali.

Comprar uma capa de bolinhas!!! Ela pensava e pensava... Sabia que não seria as bolinhas que iriam dizer se ela era uma joaninha verdadeira ou não.

Mas as outras joaninhas não pensavam assim...

Então ela resolveu não dar mais importância  ao que as outras joaninhas pensavam e continuou sua vida de joaninha sem bolinhas.

Até que um dia, as joaninhas reunidas resolveram expulsar do jardim aquela que para elas não era uma joaninha.

Não tiveram dó nem piedade da pobre  joaninha .

Sabendo que era uma autêntica joaninha  mesmo sem bolinhas, teve uma ideia.

Contou tudo para o besouro preto, que é parente distante das joaninhas.

Decidiram ir  a casa do pássaro pintor e contar a ele o que estava acontecendo.
O pássaro pintor, então, teve uma ideia.

Pintou com capricho o besouro que ficou parecendo uma joaninha de verdade...

E lá se foram os dois para o jardim. A  joaninha sem bolinhas e o besouro disfarçado.

No jardim, ninguém percebeu a diferença. 

E com festa receberam a nova joaninha.

A joaninha sem bolinhas, que a tudo assistia de cima de uma folha, pediu um minuto de atenção. 

Desceu  da folha, e limpando a pintura que  disfarçava o besouro preto perguntou:

-Quem é a verdadeira joaninha?

As joaninhas, ficaram muito  envergonhadas por terem tratado a joaninha com tanta aspereza e maldade.

E  daquele dia em diante, aprenderam a lição e  passaram agir de maneira diferente, já não se deixam  levar pela  aparência.

E nós, como tratamos as pessoas com as quais convivemos? fazemos diferente, ou somos parecidos com as joaninhas?

Deus nos amou sem olhar para a nossa  condição de pecadores. Ele nos recebeu e nos fez seus filhos mesmo não havendo em nós merecimento algum. Deu seu único filho JESUS CRISTO para morrer em nosso lugar e nós presentear com a vida eterna. E muitas vezes nos comportamos como verdadeiras joaninhas,  pensando ser melhores que os outros.



A PREGUIÇA DORMINHOCA

"Vai ter com a formiga, ó preguiçoso, considera os seus caminhos e sê sábio." 
Próverbios 6.6


Eram dez da manhã e a preguiça ainda dormia agarrada nos galhos de uma seringueira.
Um vento forte balançava os galhos das árvores de um lado para o outro, mas a preguiça não acordava, continuava na mesma posição, num profundo sono.

Debaixo da seringueira alguns animais faziam muito barulho. Eles corriam, pulavam e comiam uma jaca grande, madura, bonita, cheirosa e gostosa.
Estavam lá o quati, a paca, o mutum, a coatiara, o gavião, a capivara, o tucano, a queixada e a anta. Nenhum deles perdia tempo, comiam rápido, com receio de que acabasse logo e cada um queria comer mais que o outro.

Com todo aquele barulho a preguiça acordou, mas acordou aborrecida, tão aborrecida que resolveu reclamar. Mas até reclamar, isso demorou, porque ela só conseguiu abrir os olhos depois de algum tempo. Levou outro tanto para esticar os braços e mudar de posição. Mais outro tempo para movimentar a cabeça e olhar para baixo.
Então a preguiça falou bem devagar:
- Vocês não têm outra coisa para fazer nesta hora da madrugada?
-Por que não vão dormir? Isto é hora de acordar a quem está tão cansada e com tanto sono?
Os bichos não deram a menor atenção para o que ela dizia. Eles sabiam que todos os dias ela acordava muito tarde, estava sempre cansada, vivia de mau humor, andava indisposta e nunca terminava o trabalho que começava. Ninguém ligou para  a reclamação dela .
Enquanto isso, a festa sobre a jaca continuava, e o barulho também.

A preguiça ficou olhando para os bichos comendo e viu o quati com um bago, na maior satisfação do mundo, comendo bem rápido, apressado para pegar outro.
-Quati, você trás uns bagos pra mim? Eu estou com uma fome!
Mas o quati, sem tirar os olhos da jaca, disse:
-Preguiça, por que você não desce?
-Eu acordei agora quati, vai dar muito trabalho pra eu descer e não quero melar a minha mão no visco da jaca. É tão demorado para limpar depois!
-Ah! Então fique com fome! Eu é que não vou levar para você. Se você quiser comer, venha. Você pode descer!
Quando a preguiça viu que ninguém ia levar o bago de jaca para ela, lentamente se arrumou, encolheu os braços, esticou as pernas, inclinou a cabeça para trás e olhando por cima, fechou os olhos e dormiu novamente, com fome.


 
 Autor: Franklin Ribeiro Dávila